SOBRE NÓS
Do encontro entre materiais naturais, técnicas manuais e um longo processo de pesquisa da biodiversidade, nascemos em 2009. Somos uma marca de design e moda brasileira, com o propósito de tecer ecossistemas regenerativos que conectam ancestralidade e inovação para o bem viver.
Entendemos o vestir como matéria complexa, composta de caminhos, possibilidades e afetividade. A trama que envolve nosso trabalho é fluida e resistente, se constrói a partir das histórias da terra, agricultores, artesãos e do nosso desejo de fortalecer o fazer manual e trabalho justo, através de relações mais éticas e comprometidas com as demandas do nosso tempo.
Pensamos e produzimos roupas que já foram plantas, desde a matéria-prima do tecido ao tingimento que vai dar cor à peça: Roupas Vivas, que se movimentam no ritmo do tempo, da mesma forma que a nossa pele.
FLÁVIA ARANHA
Nascida em Campinas, interior de São Paulo, Flavia Aranha cresceu em um ambiente conectado à natureza e à arte. Seu olhar atento à delicadeza e potência na vida que brota em cada canto, conduziu seu processo criativo e caminho empreendedor.
Após sua experiência na indústria convencional da moda, em 2009 abriu seu primeiro ateliê-loja em São Paulo, tendo o tingimento natural como cerne da marca homônima.
A designer une conhecimentos tradicionais a novas tecnologias para o desenvolvimento de produtos que possam gerar impactos mais positivos na sociedade e no meio ambiente por meio da moda.
ONDE TUDO COMEÇA
Nossas inspirações surgem das relações que constituem o ecossistema em que a marca está inserida, da noção de interdependência entre todos nós e o meio ambiente.
Conhecer agricultores, artesãos, ouvir as costureiras, observar com atenção o que se passa à sua volta; os gestos de um ofício, o som da mata fechada, a cantoria das fiandeiras. As texturas, cores e formas de uma nova coleção surgem na leitura subjetiva dessa interação.
COSTURANDO HISTÓRIAS
Os processos artesanais, além de produtivos, atuam como ponte em uma conexão com nossa ancestralidade. Nosso saber mais antigo, gravado na memória através da (re)produção da técnica. Acreditamos nessa conexão como necessária, como uma forma de nos colocarmos no mundo.